-Fary
Estava sozinha, meus pais morreram na guerra, todos me ignoravam, fingiam que não existia.
Então um dia uma fada apareceu. Brinquei com ela, não me sentia mais sozinha, até que em uma noite de inverno ouvi um barulho estranho vindo da fada. Quando fui ver o que era a fada crescia e crescia não parou até ficar gigantesca. Senti muito medo me apavorei, ainda mais quando ela começou a comer todos da minha vila e depois se virou para mim.
Nunca vou me esquecer do seu sorriso malicioso dizendo –“Vamos brincar?”.
Corri, a noite estava úmida e fria, mesmo assim, eu corri. Ouvia a fada gritando, só que a cada passo, a cada árvore,o seu grito ficava cada vez mais distante. Mesmo quando não a ouvi mais continuei a correr, só parei quando a luz da lua não me iluminava mais.
Parei e encostei-me a uma arvore. Já estava no fundo da floresta, o clima estava estranho como se já estivesse ali, senti medo, mas não pro causa da fada que estava por vir, mas sim por a floresta já me esperar aqui.
Joey
domingo, 25 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O lema
Sonhos abandonados viram pesadelos, a inocencia presa vira malicia,nos tornamos monstros, a carne vira o absoluto e os pecados viram reis.
Um frase do meu livro "Devils never Cry"
Joey-
Um frase do meu livro "Devils never Cry"
Joey-
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Um trecho de um conto que estou fazendo ^^
A mancha.
Acordei nesse quarto escuro em cima de uma cama e não consigo me mexer ou não quero.
Daqui não posso ver muito mas percebi que realmente nunca vi o que me falavam, eu simplesmente aceitava.
Meu nome é Stepheni, tenho 16 anos.
Não me lembro muito bem da noite anterior e como lembraria estava tão bêbada que nem se quer conseguia andar em linha reta, estava comemorando que tinha terminado com meu ex namorado, estava me achando um Maximo mesmo vendo que o tinha magoado e muito, só me lembro da cara triste dele, seu nome é Vinicius e também tem 16 anos.
Não fui violentada nem seqüestrada, o quarto está limpo de mais para ser só isso por algum motivo não quero sair daqui. A luz não acenderá, pois deitada não vejo nenhuma lâmpada no teto, só queria saber o que fiz para acordar aqui.
Revisando tudo o que já fiz não me lembro de ter feito muito mal a alguém, só a mim mesma.
Nunca me importei com o que me disseram que era importante mas também nunca liguei para as coisas que achava importante, sempre liguei mais para o que eles achavam importante e agora vejo que eles não estão aqui, logo nunca mais estarão. Me pergunto o que é importante agora.
A única coisa que reparei aqui foi uma mancha enorme e vermelha na parede, consigo me mexer melhor agora percebi que sempre pude, mas nunca o fiz.
Fui em direção a mancha e a toquei só que ela parecia fria e velha. Sentei em uma poltrona, passou-se muito tempo desde que sentei, não aconteceu nada, nunca aconteceu nada sempre achei que estava acontecendo algo, mas estava muito enganada, talvez por isso tenho gostado do quarto, pois me lembra tudo o que passei até agora. A porta se abriu de surpresa e dela entrou um feixe de luz que foi incomodo para os meus olhos, não pude ver nada. A porta voltou a se fechar e agora percebi que tem mais alguém aqui.
Joey-
Acordei nesse quarto escuro em cima de uma cama e não consigo me mexer ou não quero.
Daqui não posso ver muito mas percebi que realmente nunca vi o que me falavam, eu simplesmente aceitava.
Meu nome é Stepheni, tenho 16 anos.
Não me lembro muito bem da noite anterior e como lembraria estava tão bêbada que nem se quer conseguia andar em linha reta, estava comemorando que tinha terminado com meu ex namorado, estava me achando um Maximo mesmo vendo que o tinha magoado e muito, só me lembro da cara triste dele, seu nome é Vinicius e também tem 16 anos.
Não fui violentada nem seqüestrada, o quarto está limpo de mais para ser só isso por algum motivo não quero sair daqui. A luz não acenderá, pois deitada não vejo nenhuma lâmpada no teto, só queria saber o que fiz para acordar aqui.
Revisando tudo o que já fiz não me lembro de ter feito muito mal a alguém, só a mim mesma.
Nunca me importei com o que me disseram que era importante mas também nunca liguei para as coisas que achava importante, sempre liguei mais para o que eles achavam importante e agora vejo que eles não estão aqui, logo nunca mais estarão. Me pergunto o que é importante agora.
A única coisa que reparei aqui foi uma mancha enorme e vermelha na parede, consigo me mexer melhor agora percebi que sempre pude, mas nunca o fiz.
Fui em direção a mancha e a toquei só que ela parecia fria e velha. Sentei em uma poltrona, passou-se muito tempo desde que sentei, não aconteceu nada, nunca aconteceu nada sempre achei que estava acontecendo algo, mas estava muito enganada, talvez por isso tenho gostado do quarto, pois me lembra tudo o que passei até agora. A porta se abriu de surpresa e dela entrou um feixe de luz que foi incomodo para os meus olhos, não pude ver nada. A porta voltou a se fechar e agora percebi que tem mais alguém aqui.
Joey-
domingo, 4 de outubro de 2009
Antigos.
Bem galera, para o blog não ficar muito tempo parado vou postar agora uns textos bem antigos meus, que achei bem interessantes.
1º Poeta.
Ò meu poeta
aonde estás?
se me deixaste
por que não avisaste?
Sou apenas uma alma
sofriada
Com quem tu brincou e amou.
2º Perdido
Me perder de novo para que?
Se sei que vou te perder?
Minha vida não vou mais cantar
Se você não puder mais amar.
3ºMeu lugar
Armas se levantam contra a verdade
E ficam gritando: insanidade! Insanide!
Não percebem que o que realmente sentem é saudade.
Larguei a flor com espinhos, e virei meus olhos para lua, lá sou melhor recebido.
Minha paixão é melhor vivida e vejo as flores de minha sacada, enquanto adimiro meu jardim.
O algoz já se foi e com ele levou uma historia de amor. O demônio que pela flor se jogou.
1º Poeta.
Ò meu poeta
aonde estás?
se me deixaste
por que não avisaste?
Sou apenas uma alma
sofriada
Com quem tu brincou e amou.
2º Perdido
Me perder de novo para que?
Se sei que vou te perder?
Minha vida não vou mais cantar
Se você não puder mais amar.
3ºMeu lugar
Armas se levantam contra a verdade
E ficam gritando: insanidade! Insanide!
Não percebem que o que realmente sentem é saudade.
Larguei a flor com espinhos, e virei meus olhos para lua, lá sou melhor recebido.
Minha paixão é melhor vivida e vejo as flores de minha sacada, enquanto adimiro meu jardim.
O algoz já se foi e com ele levou uma historia de amor. O demônio que pela flor se jogou.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Passando por aqui.
Bem minhas crianças(como diria T), eu parei um pouco de escrever,pois estava muito adiantado e sobrecarregando ilustradores, mas não se preocupem eles são abilidosos e jajá estarei postando mais ilustrações. Enquanto isso fico ocupado aprendendo a tocar gaita.
Joey
Joey
sábado, 19 de setembro de 2009
Primeiro capitulo para vocês terem uma idéia do Livro Devils never cry ^^
Capitulo 1
THE END.
Era 2010 volta às aulas na maioria das escolas, nessa não seria diferente.
Um bom punhado de alunos com o uniforme da escola, preto com os detalhes em roxo, a maioria dos alunos sempre reclamavam do maldito mau gosto do uniforme, que mesmo com cores legais conseguiam fazer um uniforme terrível. Eles ainda não sabiam que uniforme era a coisa mais escrota com que precisariam se preocupar naquele dia.
A primeira aula passou sem muitas surpresas, alunos novos, apresentações no mínimo ridículas e professores explicando como trabalhavam. Na segunda aula a diretora da escola chamou a professora, e ela foi como se fosse um cachorrinho que vê o dono segurando um petisco, ficaram um pouco lá fora. Depois disso a professora entrou na sala com um aluno novo. Não muito alto normal para a idade que aparentava ter, tinha cabelos estranhos, negros como a noite, só que à medida que se chegava às pontas ficavam brancos, ele os usava bagunçados como se tivesse terminado de acordar, mas a coisa mais marcante nesse novo aluno eram seus olhos que eram vermelhos como sangue, porém não era só isso que fazia que fossem tão marcantes, mas sim o medo que eles passavam, a ira que tinham e principalmente a insanidade que afetava a todos ali (mal sabiam alguns deles o que ele representaria dali pra frente).
No memento em que ele ficou de frente para a sala. A sala inteira ficou quieta, não só a sala, mas a escola inteira se calou. A professora olhou para todos e disse: - Bem, meus queridos têm um aluno novo que veio de outro país. Fez uma pausa para que todos digerissem a informação, e continuou – O nome dele é T... E a professora se calou, todos ficaram espantados em ver o por que. Uma criatura estranha e aterrorizante estava ao lado da professora com a cabeça dela em suas mãos. A criatura jogou o aluno novo longe e veio para cima dos alunos, na sua primeira investida a criatura, mais ou menos do tamanho de um boi, com garras imensas e afiadas como vidro, o suficiente para rasgar um homem adulto em dois, matou cinco pessoas das primeiras fileiras, fazendo sangue jorrar como tinta de uma obra moderna nas paredes, tripas também voaram para todos os lados. Em uma mordida prendeu uma menina entre os dentes. A desgraçada se rebatia entre os dentes da coisa. E o monstro continuava a fazer jorrar sangue e tripas.
Logo houve um silêncio não se ouvia mais a orquestra desafinada de gritos nem o rosnar da fera furiosa, só havia silencio, um silêncio perturbador, no qual não se ouve nem os lamentos da alma, e um cheiro terrível, o cheiro da morte que acabara de passar por ali.
Os únicos cincos sobreviventes saíram de seus esconderijos e viram uma cena no mínimo repugnante. O aluno novo ao lado do corpo da criatura com a cabeça esmagada, o aluno começou a rir histericamente e quando percebeu a presença dos cinco sobreviventes disse: - Bem vindos ao fim do mundo. E continuou a rir como se nada mais importasse. Os cinco sobreviventes entreolharam-se para ver melhor quem eram. Três garotas e dois meninos todos, alunos novos exceto um, eu.
As três meninas se chamavam Michelle, Ligia e Anita. As três eram muito bonitas, Michelle a menor das três, era excessivamente branca, com olhos verdes e cabelos negros, tinha um corpo escultural magro como muitas mulheres queriam ter, seios médios, porém com um belo formato e lábios vermelhos que davam vontade de beijá-los assim que vistos.
Ligia era a mais alta das três, tinha pernas longas, seios muitos fartos, pele um pouco mais morena e macia, cabelo liso preto e tristes olhos cinza.
Anita era um pouco mais alta que Michelle, embora tinha o mesmo tom de pele marfim, cabelos loiros que cacheavam conforme se chegava perto das pontas , seios médios, corpo de bailarina e olhos tão azuis que lembravam a cor do céu.
Suas personalidades ainda não sabia naquela época. O menino era gordo, com cabelo ruivo, olhos verdes, pele tão clara como marfim e um pouco menor que eu, se chamava Eron.
E finalmente eu, um garoto magro com um pouco mais de um metro e setenta, com olhos negros e cabelo castanho claro puxado pro loiro, me chamo Joey.
Só ficamos nós, nos olhamos e percebemos que o misterioso aluno estava saindo da sala eu gritei. – Ei você aonde pensa que vai? Ele me olhou com uma cara de despreocupação, porém a insanidade não havia saído de seus olhos e disse. – Para qualquer lugar que as paredes não estejam pintadas com sangue, o que acho difícil, pois muitos lugares estão iguais aqui. – Qual seu nome? Disse isso com certo desconforto causado pela resposta dele.
-Meu nome? É aquele que a ex- professora disse. Zombou ele com ironia. –Mas nós só ouvimos T. Disse isso aumentando um pouco o tom de voz. -Então esse é meu nome. Michelle chegou mais perto para ver e ouvir melhor e disse:
-Vocês dois conversam como se não estivesse acontecido nada, e você T parece que sabe das coisas. Nós deveríamos chamar a policia ou os bombeiros. Terminou falando quase aos berros. –Como é ingênua, Bombeiros?! Policia?! Minha cara essas pessoas são inúteis nesta ocasião. T disse isso e começou a revirar um dos corpos que estava perto de nós. Eron aflito e suando disse com a voz tremula: -Que situação? T o olhou nos olhos e percebeu que todos ali presentes estavam prestes a fazer a mesma pergunta e disse. –Vocês são surdos? Eu disse “Bem vindos ao fim do mundo”, ou seja, essa situação é o fim do mundo, simples não. Disse isso num tom arrogante , com a voz áspera, pude notar um pouco de excitação na voz dele também.
Todos nos ficamos chocados com a idéia, as meninas choraram e Eron não acreditou na historia e ficou encarando T, não diretamente nos olhos, pois acho que é algo impossível de se fazer. Eu não acreditei em T também, vi que ele procurava algo e fiquei enjoado quando o vi chutar alguns corpos, uns poucos ali eram meus amigos o enjôo piorou e fui à janela tomar um pouco de ar fresco. Foi então que vi criaturas, monstros não sei definir ao certo o que eram aquelas coisas, elas estavam por toda a parte assim como corpos, sangue e tripas. – É demônios sabem dar uma bela festa. Olhei para o lado e vi T, agora usava óculos com lentes redondas e vermelhas, ele virou-se para trás em direção da porta, antes que ele chegasse nela Ligia parou na frente dele e disse: - Explique tudo agora.
Ele fez pouco caso deu a volta por ela e andou em direção da porta, quando chegou na porta olhou para trás com o olhar mais insano ainda e disse com uma voz que chegou no fundo da alma de todos. –Como eu já disse... É o fim. E continuou andando, naquele momento alguma coisa me disse para segui-lo. Procurei minha mala e a achei entre a cabeça da professora e a de um menino muito feio, a peguei e sai correndo os outros perceberam o que fiz, fizeram o mesmo, eu os esperei no corredor, não sei se foi por medo ou solidariedade. Quando todos chegaram ao corredor saímos correndo juntos em busca daquele insuportável e insano T.
A escola tinha três andares, e nos estávamos no segundo. Lembro-me que há uns quatro anos atrás essa escola era bem diferente, com apenas um andar e a entrada parecia mais com uma porta de bar do que com uma porta de escola, naquele momento odiei o desenvolvimento. Viramos o corredor em direção da escada, uma das meninas fez a idiotice de abrir uma das portas da sala e ver o que não queria. Dentro da sala tinha uma criatura parecida com a que nos atacou, só que um pouco menos e mais magra. Anita quase gritou só que tampei sua boa a tempo, a criatura estranha estava distraída comendo as crianças, foi quando Michelle se desesperou e Ligia e Eron tiveram que a segurar, ao fecharmos a porta ela viu que a próxima refeição era seu irmão mais novo de apenas onze anos. Tive que ajudar Ligia e Eron a segura-la, ela se rebatia enquanto lagrimas caiam de seus olhos e ela se rebatia cada vez mais, ate chegarmos quase a outra metade do corredor quando se acalmou um pouco mais continuou chorando se conformou que queríamos salvar o irmão dela tanto quanto ela, mais percebeu que era inútil fazermos algo.
-Estranho, pensei que a escola estaria infestada com essas coisas. Disse Ligia olhando para os lados e com voz de preocupação. Realmente a escola estava as paredes com enormes manchas de sangue e um braço e uma perna jogadas por ai, mas fora aquela que vimos não tinha mais nenhuma criatura.
Percebi que todos ali menos eu, não estavam acreditando no que estava acontecendo, os outros achavam que era uma brincadeirinha ou apenas um sonho ruim, sei disso porque até eu ter a visão terrível também pensava assim.
- Devíamos ir para a sala da diretora, lá tem um telefone e poder ligar para alguém. Disse Anita com a voz tremula enquanto desviava de uma perna mutilada que estava no caminho. – E onde está aquele maldito T? Talvez já tenha saído da escola. Eron disse com a voz amarga. “Gordo Filho-da-puta” pensei eu no começo, tanta coisa para ele falar e tinha que falar logo essa? Mais se bem que ele estava certo T não tinha a postura que estava disposto a nos salvar.
Quando chegamos nas escadas vi algo que me fez vomitar, e pude perceber que a maioria dos outros também menos Michelle que continuava chorando. Na escada tinha corpos de tantas pessoas que mal se via os degraus , mas uma coisa me impressionou mais que as outras, os corpos de três criaturas estavam jogados juntos aos corpos humanos, um com um buraco enorme no peito que podia se vê o outro lado, o que estava perto tinha um corrimão quebrado enfiado na boca e saindo pelo anus e o terceiro só tinha corpo da cintura pra baixo . – T passou por aqui. Pensei eu.
Todos estavam com nojo de descer as escadas, peguei um pedaço do corrimão que estava quebrado ao nosso lado e fui na frente afastando os corpos tanto de criaturas quanto humanos. Havia mais dois corpos de criaturas nos degraus mais adiante que levava ao corredor da diretoria, o corredor da diretoria estava lotado de corpos, mas o estranho é que não eram corpo de alunos ou professores, mas sim corpos das criaturas e um estranho sangue preto nas paredes o no chão. Os corpos estavam espalhados por todos os lados chão, atravessados nas paredes e um até com a cabeça fincada no lustre. No começo ficamos paralisamos, porém foi quando vimos alguma coisa se mexer na sala da diretoria e sentimos um firo na espinha. –Nos vamos morrer. Disse Ligia de joelhos no chão. –Não quero morrer ainda.
- Nós não vamos morrer ainda, olhem bem. Disse Michelle apontando para a diretoria. Na diretoria o que estava se mexendo vestia algo preto com detalhes roxo, cor do nosso uniforme e todos nos andaram com cuidado até a sala, chegando na sala fui o primeiro a entrar e fiquei surpreso (ou não) de ver quem estava na sala era T.
- Então vocês continuam vivos. Pensei que tinham morrido assim que desci as escadas. Talvez tenha exagerado um pouco me divertindo. Disse isso e olhou pela janela que dava pro corredor vendo os corpos lá fora. O restante entrou quando ouviu a voz de T. – o que você está fazendo aqui? Perguntei isso e sentei no sofá que estava ao meu lado e todos fizeram o mesmo, menos T que procurava alguma coisa no armário e não respondeu minha pergunta, Eron iria perguntar algo, mas foi interrompido por T. – Sim, fui eu que matei todos aqueles demônios e sim, foi na base da porrada mesmo... Segurou algo no armário e disse - Achei você
Ele tirou do armário uma espada, não era muito grande deveria ser essas que só se usa em uma mão. Nó inicio dela embaixo de onde se segura, tinha o formato da cabeça de um demônio com duas pedras azuis no lugar dos olhos, o cabo tinha argolas para se colocar os dedos iguais a anéis, a base era de metal mais escuro quase preto com um numero quinze em algarismo romano na cor vermelha, da base saia suas pontas uma para o lado esquerdo e outra para o lado direito, cada uma tinha pendurada alguma coisa, a do lado direito pedra vermelha pendurada por uma correntinha e do lado esquerdo era quase a mesma coisa só quem em vez de ser uma pedra era uma cabeça de uma caveira em miniatura, na lamina tinha três letras de um alfabeto não conhecido pelo homem, de um lado a lamina era normal já do outro era uma serra da ponta até mais ou menos o meio do meio para baixo eram três espinhos grandes que saiam da lamina da espada.
- A trouxe para a escola, mais a diretora disse que não poderia entrar na sala de aula com ela, falou que iria guardá-la e me devolver depois da aula... Bem, eu acho que a aula terminou. Disse T olhando em volta e vendo a sala destruída.
- Espera ai, me deixa ver se entendi. É o fim do mundo certo? A parte dos demônios eu já entendi, eles que vão matar todos. Mais e você vai nos salvar ou algo do tipo? Perguntou Anita agora de pé. – EU salva-los? T começou a rir histericamente. – Não, minha criança, não vou salva-los de jeito, não pense que sou o cavaleiro na armadura reluzente, pois não sou e pretendo nunca ser. Essa não é uma dessas historinhas clichês e se pensa que é assim melhor sair daqui e morrer.
- Então porque anda com uma espada por ai? Perguntou Eron meio que desviando o olhar. – Hora, esse é meu brinquedo para me divertir e minha chave para ouvir aquela linda canção. – Que canção? Retrucou Ligia com impaciência. – Simples minha criança. Enquanto mato meus demônios cantam. T nos olhou com um olhar sombrio, creio que só não nos causou tanto impacto, pois seus olhos estavam escondidos atrás dos óculos. Olhou para o nada como se estivesse observando o que estava acontecendo lá fora e disse. – Chega dessa conversa que não leva a nada vamos ver como está aquele belo jardim da praça.
Primeiro capitulo para vocês terem uma idéia do Livro Devils never cry ^^
THE END.
Era 2010 volta às aulas na maioria das escolas, nessa não seria diferente.
Um bom punhado de alunos com o uniforme da escola, preto com os detalhes em roxo, a maioria dos alunos sempre reclamavam do maldito mau gosto do uniforme, que mesmo com cores legais conseguiam fazer um uniforme terrível. Eles ainda não sabiam que uniforme era a coisa mais escrota com que precisariam se preocupar naquele dia.
A primeira aula passou sem muitas surpresas, alunos novos, apresentações no mínimo ridículas e professores explicando como trabalhavam. Na segunda aula a diretora da escola chamou a professora, e ela foi como se fosse um cachorrinho que vê o dono segurando um petisco, ficaram um pouco lá fora. Depois disso a professora entrou na sala com um aluno novo. Não muito alto normal para a idade que aparentava ter, tinha cabelos estranhos, negros como a noite, só que à medida que se chegava às pontas ficavam brancos, ele os usava bagunçados como se tivesse terminado de acordar, mas a coisa mais marcante nesse novo aluno eram seus olhos que eram vermelhos como sangue, porém não era só isso que fazia que fossem tão marcantes, mas sim o medo que eles passavam, a ira que tinham e principalmente a insanidade que afetava a todos ali (mal sabiam alguns deles o que ele representaria dali pra frente).
No memento em que ele ficou de frente para a sala. A sala inteira ficou quieta, não só a sala, mas a escola inteira se calou. A professora olhou para todos e disse: - Bem, meus queridos têm um aluno novo que veio de outro país. Fez uma pausa para que todos digerissem a informação, e continuou – O nome dele é T... E a professora se calou, todos ficaram espantados em ver o por que. Uma criatura estranha e aterrorizante estava ao lado da professora com a cabeça dela em suas mãos. A criatura jogou o aluno novo longe e veio para cima dos alunos, na sua primeira investida a criatura, mais ou menos do tamanho de um boi, com garras imensas e afiadas como vidro, o suficiente para rasgar um homem adulto em dois, matou cinco pessoas das primeiras fileiras, fazendo sangue jorrar como tinta de uma obra moderna nas paredes, tripas também voaram para todos os lados. Em uma mordida prendeu uma menina entre os dentes. A desgraçada se rebatia entre os dentes da coisa. E o monstro continuava a fazer jorrar sangue e tripas.
Logo houve um silêncio não se ouvia mais a orquestra desafinada de gritos nem o rosnar da fera furiosa, só havia silencio, um silêncio perturbador, no qual não se ouve nem os lamentos da alma, e um cheiro terrível, o cheiro da morte que acabara de passar por ali.
Os únicos cincos sobreviventes saíram de seus esconderijos e viram uma cena no mínimo repugnante. O aluno novo ao lado do corpo da criatura com a cabeça esmagada, o aluno começou a rir histericamente e quando percebeu a presença dos cinco sobreviventes disse: - Bem vindos ao fim do mundo. E continuou a rir como se nada mais importasse. Os cinco sobreviventes entreolharam-se para ver melhor quem eram. Três garotas e dois meninos todos, alunos novos exceto um, eu.
As três meninas se chamavam Michelle, Ligia e Anita. As três eram muito bonitas, Michelle a menor das três, era excessivamente branca, com olhos verdes e cabelos negros, tinha um corpo escultural magro como muitas mulheres queriam ter, seios médios, porém com um belo formato e lábios vermelhos que davam vontade de beijá-los assim que vistos.
Ligia era a mais alta das três, tinha pernas longas, seios muitos fartos, pele um pouco mais morena e macia, cabelo liso preto e tristes olhos cinza.
Anita era um pouco mais alta que Michelle, embora tinha o mesmo tom de pele marfim, cabelos loiros que cacheavam conforme se chegava perto das pontas , seios médios, corpo de bailarina e olhos tão azuis que lembravam a cor do céu.
Suas personalidades ainda não sabia naquela época. O menino era gordo, com cabelo ruivo, olhos verdes, pele tão clara como marfim e um pouco menor que eu, se chamava Eron.
E finalmente eu, um garoto magro com um pouco mais de um metro e setenta, com olhos negros e cabelo castanho claro puxado pro loiro, me chamo Joey.
Só ficamos nós, nos olhamos e percebemos que o misterioso aluno estava saindo da sala eu gritei. – Ei você aonde pensa que vai? Ele me olhou com uma cara de despreocupação, porém a insanidade não havia saído de seus olhos e disse. – Para qualquer lugar que as paredes não estejam pintadas com sangue, o que acho difícil, pois muitos lugares estão iguais aqui. – Qual seu nome? Disse isso com certo desconforto causado pela resposta dele.
-Meu nome? É aquele que a ex- professora disse. Zombou ele com ironia. –Mas nós só ouvimos T. Disse isso aumentando um pouco o tom de voz. -Então esse é meu nome. Michelle chegou mais perto para ver e ouvir melhor e disse:
-Vocês dois conversam como se não estivesse acontecido nada, e você T parece que sabe das coisas. Nós deveríamos chamar a policia ou os bombeiros. Terminou falando quase aos berros. –Como é ingênua, Bombeiros?! Policia?! Minha cara essas pessoas são inúteis nesta ocasião. T disse isso e começou a revirar um dos corpos que estava perto de nós. Eron aflito e suando disse com a voz tremula: -Que situação? T o olhou nos olhos e percebeu que todos ali presentes estavam prestes a fazer a mesma pergunta e disse. –Vocês são surdos? Eu disse “Bem vindos ao fim do mundo”, ou seja, essa situação é o fim do mundo, simples não. Disse isso num tom arrogante , com a voz áspera, pude notar um pouco de excitação na voz dele também.
Todos nos ficamos chocados com a idéia, as meninas choraram e Eron não acreditou na historia e ficou encarando T, não diretamente nos olhos, pois acho que é algo impossível de se fazer. Eu não acreditei em T também, vi que ele procurava algo e fiquei enjoado quando o vi chutar alguns corpos, uns poucos ali eram meus amigos o enjôo piorou e fui à janela tomar um pouco de ar fresco. Foi então que vi criaturas, monstros não sei definir ao certo o que eram aquelas coisas, elas estavam por toda a parte assim como corpos, sangue e tripas. – É demônios sabem dar uma bela festa. Olhei para o lado e vi T, agora usava óculos com lentes redondas e vermelhas, ele virou-se para trás em direção da porta, antes que ele chegasse nela Ligia parou na frente dele e disse: - Explique tudo agora.
Ele fez pouco caso deu a volta por ela e andou em direção da porta, quando chegou na porta olhou para trás com o olhar mais insano ainda e disse com uma voz que chegou no fundo da alma de todos. –Como eu já disse... É o fim. E continuou andando, naquele momento alguma coisa me disse para segui-lo. Procurei minha mala e a achei entre a cabeça da professora e a de um menino muito feio, a peguei e sai correndo os outros perceberam o que fiz, fizeram o mesmo, eu os esperei no corredor, não sei se foi por medo ou solidariedade. Quando todos chegaram ao corredor saímos correndo juntos em busca daquele insuportável e insano T.
A escola tinha três andares, e nos estávamos no segundo. Lembro-me que há uns quatro anos atrás essa escola era bem diferente, com apenas um andar e a entrada parecia mais com uma porta de bar do que com uma porta de escola, naquele momento odiei o desenvolvimento. Viramos o corredor em direção da escada, uma das meninas fez a idiotice de abrir uma das portas da sala e ver o que não queria. Dentro da sala tinha uma criatura parecida com a que nos atacou, só que um pouco menos e mais magra. Anita quase gritou só que tampei sua boa a tempo, a criatura estranha estava distraída comendo as crianças, foi quando Michelle se desesperou e Ligia e Eron tiveram que a segurar, ao fecharmos a porta ela viu que a próxima refeição era seu irmão mais novo de apenas onze anos. Tive que ajudar Ligia e Eron a segura-la, ela se rebatia enquanto lagrimas caiam de seus olhos e ela se rebatia cada vez mais, ate chegarmos quase a outra metade do corredor quando se acalmou um pouco mais continuou chorando se conformou que queríamos salvar o irmão dela tanto quanto ela, mais percebeu que era inútil fazermos algo.
-Estranho, pensei que a escola estaria infestada com essas coisas. Disse Ligia olhando para os lados e com voz de preocupação. Realmente a escola estava as paredes com enormes manchas de sangue e um braço e uma perna jogadas por ai, mas fora aquela que vimos não tinha mais nenhuma criatura.
Percebi que todos ali menos eu, não estavam acreditando no que estava acontecendo, os outros achavam que era uma brincadeirinha ou apenas um sonho ruim, sei disso porque até eu ter a visão terrível também pensava assim.
- Devíamos ir para a sala da diretora, lá tem um telefone e poder ligar para alguém. Disse Anita com a voz tremula enquanto desviava de uma perna mutilada que estava no caminho. – E onde está aquele maldito T? Talvez já tenha saído da escola. Eron disse com a voz amarga. “Gordo Filho-da-puta” pensei eu no começo, tanta coisa para ele falar e tinha que falar logo essa? Mais se bem que ele estava certo T não tinha a postura que estava disposto a nos salvar.
Quando chegamos nas escadas vi algo que me fez vomitar, e pude perceber que a maioria dos outros também menos Michelle que continuava chorando. Na escada tinha corpos de tantas pessoas que mal se via os degraus , mas uma coisa me impressionou mais que as outras, os corpos de três criaturas estavam jogados juntos aos corpos humanos, um com um buraco enorme no peito que podia se vê o outro lado, o que estava perto tinha um corrimão quebrado enfiado na boca e saindo pelo anus e o terceiro só tinha corpo da cintura pra baixo . – T passou por aqui. Pensei eu.
Todos estavam com nojo de descer as escadas, peguei um pedaço do corrimão que estava quebrado ao nosso lado e fui na frente afastando os corpos tanto de criaturas quanto humanos. Havia mais dois corpos de criaturas nos degraus mais adiante que levava ao corredor da diretoria, o corredor da diretoria estava lotado de corpos, mas o estranho é que não eram corpo de alunos ou professores, mas sim corpos das criaturas e um estranho sangue preto nas paredes o no chão. Os corpos estavam espalhados por todos os lados chão, atravessados nas paredes e um até com a cabeça fincada no lustre. No começo ficamos paralisamos, porém foi quando vimos alguma coisa se mexer na sala da diretoria e sentimos um firo na espinha. –Nos vamos morrer. Disse Ligia de joelhos no chão. –Não quero morrer ainda.
- Nós não vamos morrer ainda, olhem bem. Disse Michelle apontando para a diretoria. Na diretoria o que estava se mexendo vestia algo preto com detalhes roxo, cor do nosso uniforme e todos nos andaram com cuidado até a sala, chegando na sala fui o primeiro a entrar e fiquei surpreso (ou não) de ver quem estava na sala era T.
- Então vocês continuam vivos. Pensei que tinham morrido assim que desci as escadas. Talvez tenha exagerado um pouco me divertindo. Disse isso e olhou pela janela que dava pro corredor vendo os corpos lá fora. O restante entrou quando ouviu a voz de T. – o que você está fazendo aqui? Perguntei isso e sentei no sofá que estava ao meu lado e todos fizeram o mesmo, menos T que procurava alguma coisa no armário e não respondeu minha pergunta, Eron iria perguntar algo, mas foi interrompido por T. – Sim, fui eu que matei todos aqueles demônios e sim, foi na base da porrada mesmo... Segurou algo no armário e disse - Achei você
Ele tirou do armário uma espada, não era muito grande deveria ser essas que só se usa em uma mão. Nó inicio dela embaixo de onde se segura, tinha o formato da cabeça de um demônio com duas pedras azuis no lugar dos olhos, o cabo tinha argolas para se colocar os dedos iguais a anéis, a base era de metal mais escuro quase preto com um numero quinze em algarismo romano na cor vermelha, da base saia suas pontas uma para o lado esquerdo e outra para o lado direito, cada uma tinha pendurada alguma coisa, a do lado direito pedra vermelha pendurada por uma correntinha e do lado esquerdo era quase a mesma coisa só quem em vez de ser uma pedra era uma cabeça de uma caveira em miniatura, na lamina tinha três letras de um alfabeto não conhecido pelo homem, de um lado a lamina era normal já do outro era uma serra da ponta até mais ou menos o meio do meio para baixo eram três espinhos grandes que saiam da lamina da espada.
- A trouxe para a escola, mais a diretora disse que não poderia entrar na sala de aula com ela, falou que iria guardá-la e me devolver depois da aula... Bem, eu acho que a aula terminou. Disse T olhando em volta e vendo a sala destruída.
- Espera ai, me deixa ver se entendi. É o fim do mundo certo? A parte dos demônios eu já entendi, eles que vão matar todos. Mais e você vai nos salvar ou algo do tipo? Perguntou Anita agora de pé. – EU salva-los? T começou a rir histericamente. – Não, minha criança, não vou salva-los de jeito, não pense que sou o cavaleiro na armadura reluzente, pois não sou e pretendo nunca ser. Essa não é uma dessas historinhas clichês e se pensa que é assim melhor sair daqui e morrer.
- Então porque anda com uma espada por ai? Perguntou Eron meio que desviando o olhar. – Hora, esse é meu brinquedo para me divertir e minha chave para ouvir aquela linda canção. – Que canção? Retrucou Ligia com impaciência. – Simples minha criança. Enquanto mato meus demônios cantam. T nos olhou com um olhar sombrio, creio que só não nos causou tanto impacto, pois seus olhos estavam escondidos atrás dos óculos. Olhou para o nada como se estivesse observando o que estava acontecendo lá fora e disse. – Chega dessa conversa que não leva a nada vamos ver como está aquele belo jardim da praça.
Primeiro capitulo para vocês terem uma idéia do Livro Devils never cry ^^
Só pra esclarecer
Devils never Cry é de minha altoria, Bruno Turiegano(Joey). A historia se passa em 2010, começo das aulas nas escolas, mas vamos contar a historia dessa em especial. A primeira aula se passa normalmente, porém na segunda aula entra um aluno novo com olhos vermelhos que passam uma insanidade terrivel que afeta a todos na sala. Quando a professora vai apresenta-lo a sala não consegue falar nada além da letra T, o motivo: Uma criatura terrivel arrancou sua cabeça, jogou o aluno novo longe e começou a atacar os alunos.
Depois de um tempo se fez silêncio, um silêncio terrivel com cheiro de morte, um silêncio que não dava para ouvir nem os lamentos da alma. Os cinco sobreviventes sairam de seus esconderijos e encontraram a criatura no chão com a cabeça amaçada, e o aluno novo ao lado rindo histericamente. Ao perceber a presença dos cinco o aluno novo disse: "Bem vindos ao fim do mundo."

Joey-
Depois de um tempo se fez silêncio, um silêncio terrivel com cheiro de morte, um silêncio que não dava para ouvir nem os lamentos da alma. Os cinco sobreviventes sairam de seus esconderijos e encontraram a criatura no chão com a cabeça amaçada, e o aluno novo ao lado rindo histericamente. Ao perceber a presença dos cinco o aluno novo disse: "Bem vindos ao fim do mundo."


Joey-
Prefácio
Bem, está aqui o prefácio do meu livro "Devils never cry" Espero que gostem.
Insanidade, essa é a palavra que está na minha cabeça agora, um sentimento que poucos nascem ou compreendem, um conglomerado de fúria, ódio, um instinto selvagem, calma, serenidade, algum toque clássico, maldade e alguma coisa sem escrúpulos... Uma maldição? Uma benção? Quem sabe. Mas devem estar se perguntando o que causou tudo isso, bem, não foi uma historia triste de amor, não foi a perca de alguém querido. Eu simplesmente nasci assim, estranho? Eu diria que nem tanto. Porém os humanos só me dão mais motivos para repugná-los e os querer distante. Sinto dizer tais palavras, mas realmente nunca amei ninguém, no começo pensei que fosse tal sentimento... Porém descobri que não foi bem assim, era só curiosidade, só uma coisa de carne, nada em especial.
Só sou um boêmio e estes não sentem tais sentimentos, se sentissem não escreveriam tão bem sobre ele. Algumas já me disseram que me amavam e essas nunca esqueci, porém sempre vou ficar com pena delas, pois elas nunca suspeitaram que fossem apenas minhas putas tristes e só. Sei que pareço ser um idiota escrevendo isso, mas diferente de vocês não escondo o que realmente sinto, e pouco me importo com o que as pessoas pensão de mim, não sou falso com os outros para manter as malditas aparências, eu literalmente quero que se foda. Falo o que penso e se um dia morrer por isso, ficarei feliz, pois como eu disse não fico me escondendo. Agora as únicas coisas que realmente importam, que realmente me foco são minha insanidade e meus livros ( que acho que sempre foram sempre as únicas coisas que realmente sempre me importei). Nunca esquecer nenhuma, porém nunca se envolver com nenhuma, talvez essa seja a verdadeira essência do que os mais ingratos chamam de poeta, eu simplesmente chamo de insanidade, e tais fatos só acontecem para aumenta - lá e assim suas obras ficam melhores... Mulheres são só ócios do ofício.Desculpe se fui rude,mas sou assim e não posso ir contra minha natureza.
Insanidade, essa é a palavra que está na minha cabeça agora, um sentimento que poucos nascem ou compreendem, um conglomerado de fúria, ódio, um instinto selvagem, calma, serenidade, algum toque clássico, maldade e alguma coisa sem escrúpulos... Uma maldição? Uma benção? Quem sabe. Mas devem estar se perguntando o que causou tudo isso, bem, não foi uma historia triste de amor, não foi a perca de alguém querido. Eu simplesmente nasci assim, estranho? Eu diria que nem tanto. Porém os humanos só me dão mais motivos para repugná-los e os querer distante. Sinto dizer tais palavras, mas realmente nunca amei ninguém, no começo pensei que fosse tal sentimento... Porém descobri que não foi bem assim, era só curiosidade, só uma coisa de carne, nada em especial.
Só sou um boêmio e estes não sentem tais sentimentos, se sentissem não escreveriam tão bem sobre ele. Algumas já me disseram que me amavam e essas nunca esqueci, porém sempre vou ficar com pena delas, pois elas nunca suspeitaram que fossem apenas minhas putas tristes e só. Sei que pareço ser um idiota escrevendo isso, mas diferente de vocês não escondo o que realmente sinto, e pouco me importo com o que as pessoas pensão de mim, não sou falso com os outros para manter as malditas aparências, eu literalmente quero que se foda. Falo o que penso e se um dia morrer por isso, ficarei feliz, pois como eu disse não fico me escondendo. Agora as únicas coisas que realmente importam, que realmente me foco são minha insanidade e meus livros ( que acho que sempre foram sempre as únicas coisas que realmente sempre me importei). Nunca esquecer nenhuma, porém nunca se envolver com nenhuma, talvez essa seja a verdadeira essência do que os mais ingratos chamam de poeta, eu simplesmente chamo de insanidade, e tais fatos só acontecem para aumenta - lá e assim suas obras ficam melhores... Mulheres são só ócios do ofício.Desculpe se fui rude,mas sou assim e não posso ir contra minha natureza.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
Aviso
Por enquanto ficaremos parado, mas não deve ser muita coisa, creio que uma ou duas semnas estaremos de volta
Grato ^^
Joey
Grato ^^
Joey
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